CD Drama - Agosto/2002
Letras
Áudio (MP3)

Sem coragem pra perder Premonição Fábrica de Ilusões Uma luz na escuridão A Justiça I - Justiça... II - A Balança IV - Em todos nós O Caminho Senhores do Nada

Sem coragem pra perder Premonição Fábrica de Ilusões Uma luz na escuridão A Justiça I - Justiça... II - A Balança IV - Em todos nós O Caminho Senhores do Nada



Sem coragem pra perder
(M. Beloto, D. Dias, D. Borgens, M. Magno, F. Moura)

Você sabe até quando esperar da vida que tem
Mas já sabe que para sempre, não vai durar não
Quero ver o que irá fazer quando não houver ninguém
Que lhe manterá essa vida de rei Salomão

Tente fugir, tente correr
Enfie a cabeça num poço, tente se esconder
Mas logo você irá perceber
Que tudo que tinha na vida acabou de morrer

No meio dos restos imundos eu vou te encontrar
Perdido entre tantas mordaças sem ter pra onde ir
E se você tiver coragem de tentar levantar
Eu te jogarei de volta pra onde é seu lugar

REFRÃO

Você esta sentindo agora tudo que fez e que nunca pagou
Seus falsos amigos não vão te ajudar
Olhe para um novo horizonte

REFRÃO




Voltar




Premonição
(M. Beloto, D. Dias, D. Borgens, M. Magno, F. Moura)

Levanto na noite sem compreender os meus sonhos
Estou assustado e perdido sem direção
Não sei o que querem de mim ou estão esperando
Só fico em meu canto perdido com a solidão

Tudo que vou dizer não da pra acreditar
Mas sei que tenho poderes de percepção
Pois alguns sonhos são reais e você os pressente
Não digam que não avisei sobre sua intenção

Quando desperto assustado não sei onde está
Aquilo que era real na imaginação
Mas quando levanto, sinto que quero acordar
Pra ver que aquilo que sonhei não era sonho não

Vejo crianças chorando e não posso ajudar
Mendigos correndo atrás de um pedaço de pão
Ruínas, favelas, miséria em todo lugar
Pessoas pedindo por um pouco de proteção

Sentado em meu canto eu vejo um mundo melhor
Sem fome, pobreza, miséria e falta de união
Não quero mais abrir meus olhos pra realidade
Espero que esse meu sonho não seja ilusão
NÃO!!!



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Fábrica de Ilusões
(D. Borgens, M. Beloto, D. Dias, M. Magno, F. Moura)

Eu não consigo mais captar o que é bom ou ruim
Minha cabeça gira e isso muito me complica

E eu acabo me tornando um alvo fácil
A incerteza me corrói até os ossos
Eles querem a mim,
Estão tentando me transformar

Construíram uma Fábrica
Um outro lugar
Não sei se devo ir,
Se devo resistir
Eles querem me carregar...

Fecham meus olhos, se apoderam da minha mente,
E não me deixam ver a verdade
Controlam meus pensamentos
Como se eu fosse um fantoche,
Me corroendo por dentro

Realidade...
Não consigo encarar
A realidade
Tão difícil de entender...

Os desejos vão surgindo
À medida que meus olhos enxergam
O que eles me oferecem

A depressão não me causa mais efeito
Por um momento os problemas eu esqueço
Mas eu sei que tudo um dia vai, um dia vai voltar

PRÉ-REFRÃO

REFRÃO




Voltar




Uma luz na escuridão
(M. Beloto, D. Dias, D. Borgens, M. Magno, F. Moura)

Essa noite eu vou chorar
Lágrimas de sangue só por você
Eu não quero mais sonhar
Eu não quero mais sofrer

Essa noite eu vi você,
Foi uma tortura irreal
Sua morte seria pouco
Pra eu voltar a ser um cara normal

O amor que existia em mim,
Não vai mais voltar
O ódio agora está presente
Dentro de mim
Meu coração já fez de tudo
Pra te perdoar
Eu me vendi por muito pouco
E agora vejo o meu fim
E agora vejo o meu fim

Meu sangue está cobrindo o espelho
E não consigo dar um fim
A esta vida maldita
Que me tornou uma pessoa ruim

Às vezes penso que já sei
Outras vezes que vou saber
Eu quero me livrar deste sofrimento
Mas não sei o que fazer

REFRÃO

Eu preciso falar,
Alguém precisa me deter
Se isso não acontecer,
Este inferno vai prevalecer

E agora eu vejo uma luz,
No meio desta escuridão
Será a luz de minha cura?
Ou minha destruição?

Agora eu vejo a destruição
Que o homem traz em seu coração
Criando muitos inimigos
Que são pura ficção

E mesmo neste coração
Onde não há esperança
Existe um ponto de luz,
Que poderá prevalecer

O amor que existia em mim,
Agora irá voltar
O ódio não está mais presente dentro de mim
A Salvação foi uma luz
Que agora eu posso enxergar
Eu me vendi por muito pouco
E agora vejo o meu fim
E agora vejo o meu fim




Voltar




A Justiça
(M. Magno, M. Beloto, D. Dias, D. Borgens, F. Moura)


I - Justiça...


E justiça seja feita...
Mas que justiça é essa?
Sempre correndo com pressa
Deixando muitos para trás

A justiça é imparcial,
Igualitária e séria
Sempre sabe o que é real
Será que é isso mesmo que ela faz?

Eu vejo as pessoas sofrendo à toa
Colhendo o que não plantaram
Mas logo receberão a justiça
Se por ela eles pagaram

Somente espero um julgamento melhor
Por uma justiça maior
Será que nossa justiça não pode ver?
Tenho certeza que sim

Só queria que a justiça não fosse cega
Pra poder enxergar
Toda injustiça e mal que há no mundo
E justamente poder julgar

Nossa legislação
Tão belamente escrita
Nossa igualdade
Maravilhosamente falada
Nossa polícia,
Símbolo de nossa proteção, estupidamente despreparada

Nossa Nação
Corajosa e desalmada
Nossa Pátria
Amada e odiada

PRÉ-REFRÃO

REFRÃO



Voltar



II - A Balança

Como pode haver tamanho abismo
Entre os dois lados de nossa nação?
Nós aqui embaixo, lutando e suando
Calejando nossas mãos!

Os que nos empurraram
Nesse buraco negro
Escravos da burguesia
Manipulando seus medos

Sua cor, idade, dinheiro e credo
Tudo pode mudar
A maneira como a lei está escrita
E a lente pela qual a justiça vai te olhar

Um dia espero ver um mundo melhor
Com uma dignidade maior
Será que nossos filhos poderão ver?
Tenho certeza que sim

Gostaria de encontrar as portas abertas
Pra poder te mostrar
Como eu faria pra mudar o mundo
E essa balança equilibrar

Não importa o quanto mude as leis
Pois parece que não se pode mudar
O ser humano mesquinho e cruel
Sempre a nos comandar

Mas não pode chover todo tempo...



Voltar



IV - Em todos nós

Não podemos esperar
Pelos nossos governantes
Chorar não vai adiantar
Por aquilo que está ao nosso alcance

Falando de tudo e todos nós
Num mundo cheio de erros
E as falhas alheias sempre escondem
A imagem no espelho

Sonhando com o horizonte eu vejo um mundo melhor
Eu sei que ele virá
Mas estou devolta a realidade e
Será que saberemos o que fazer até este dia chegar?

(A mão que afaga também apedreja
Mas qual escolha será feita?)

Basta ouvir seu coração
E estender a sua mão
Mas se outro caminho escolher
Saberás o que fazer?



Voltar




O Caminho
(M. Beloto, D. Dias, D. Borgens, M. Magno, F. Moura)

Sinto falta dos momentos em que lutamos juntos
Por causas que se dispuseram nobres
Durante todo aquele tempo
Suas atitudes te transformavam

Mas os dias e as horas passaram...
E agora sinto que você não é mais o mesmo

Homem que aprendeu a lutar para não morrer
Homem que aprendeu a chorar sem se esconder
Homem que respeitava os seus ideais
Um ser humano sincero e leal

Entre muitas dificuldades você passou
Sempre venceu e não se abalou
Quando a maldade chegava ao seu redor
Sua coragem a afastava

Mas os dias e as horas passaram...
E agora vejo que você não é mais o mesmo

REFRÃO

Mas algo acontece com seu coração
Não posso entender a causa ou razão
Nem dá pra imaginar...
(O que aconteceu)
Estamos lutando pra não acreditar
Que isso é só sonho ou é ilusão
Pois há muitos que crêem em sua missão



Voltar




Senhores do nada
(M. Beloto, D. Dias, D. Borgens, M. Magno, F. Moura)

Somos todos filhos da guerra
E vivemos trancados em selas
Por governantes medíocres que só fazem todos sofrer
E não vejo saída pra nós
Só mesmo escutar uma voz
Que vai me dizer lá no fundo do poço o que é viver

Governantes cretinos dispersando afagos
Sangue de vampiro um pouco mais amargo
É uma velharia a apodrecer
Que ainda tentam nos convencer
Que são solução para o nosso futuro
Mas o que eles fazem é pular o muro
Com suas promessas de Lúcifer

Mas pra eles nós somos lixo
Nos tratam pior do que bicho
E nunca tem nada de bom pra nos oferecer
Estão em jornais e revistas
Sempre no meio dos artistas
E se sentem o maior com todo esse poder
Mas eles querem uma coisa de nós
E não é ouvir nossa voz
Querem nosso voto para conseguir vencer

REFRÃO

Embaixo da terra somos todos iguais
Nos só queremos é viver em paz
E levar uma vida digna de um cidadão
Que paga impostos do ar que respira
Que vê na policia uma grande anarquia
Mas que tem em si próprio as armas pra sobreviver

REFRÃO


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Sem coragem pra perder
(M. Beloto, D. Dias, D. Borgens, M. Magno, F. Moura)

Você sabe até quando esperar da vida que tem
Mas já sabe que para sempre, não vai durar não
Quero ver o que irá fazer quando não houver ninguém
Que lhe manterá essa vida de rei Salomão

Tente fugir, tente correr
Enfie a cabeça num poço, tente se esconder
Mas logo você irá perceber
Que tudo que tinha na vida acabou de morrer

No meio dos restos imundos eu vou te encontrar
Perdido entre tantas mordaças sem ter pra onde ir
E se você tiver coragem de tentar levantar
Eu te jogarei de volta pra onde é seu lugar

REFRÃO

Você esta sentindo agora tudo que fez e que nunca pagou
Seus falsos amigos não vão te ajudar
Olhe para um novo horizonte

REFRÃO




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Premonição
(M. Beloto, D. Dias, D. Borgens, M. Magno, F. Moura)

Levanto na noite sem compreender os meus sonhos
Estou assustado e perdido sem direção
Não sei o que querem de mim ou estão esperando
Só fico em meu canto perdido com a solidão

Tudo que vou dizer não da pra acreditar
Mas sei que tenho poderes de percepção
Pois alguns sonhos são reais e você os pressente
Não digam que não avisei sobre sua intenção

Quando desperto assustado não sei onde está
Aquilo que era real na imaginação
Mas quando levanto, sinto que quero acordar
Pra ver que aquilo que sonhei não era sonho não

Vejo crianças chorando e não posso ajudar
Mendigos correndo atrás de um pedaço de pão
Ruínas, favelas, miséria em todo lugar
Pessoas pedindo por um pouco de proteção

Sentado em meu canto eu vejo um mundo melhor
Sem fome, pobreza, miséria e falta de união
Não quero mais abrir meus olhos pra realidade
Espero que esse meu sonho não seja ilusão
NÃO!!!



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Fábrica de Ilusões
(D. Borgens, M. Beloto, D. Dias, M. Magno, F. Moura)

Eu não consigo mais captar o que é bom ou ruim
Minha cabeça gira e isso muito me complica

E eu acabo me tornando um alvo fácil
A incerteza me corrói até os ossos
Eles querem a mim,
Estão tentando me transformar

Construíram uma Fábrica
Um outro lugar
Não sei se devo ir,
Se devo resistir
Eles querem me carregar...

Fecham meus olhos, se apoderam da minha mente,
E não me deixam ver a verdade
Controlam meus pensamentos
Como se eu fosse um fantoche,
Me corroendo por dentro

Realidade...
Não consigo encarar
A realidade
Tão difícil de entender...

Os desejos vão surgindo
À medida que meus olhos enxergam
O que eles me oferecem

A depressão não me causa mais efeito
Por um momento os problemas eu esqueço
Mas eu sei que tudo um dia vai, um dia vai voltar

PRÉ-REFRÃO

REFRÃO




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Uma luz na escuridão
(M. Beloto, D. Dias, D. Borgens, M. Magno, F. Moura)

Essa noite eu vou chorar
Lágrimas de sangue só por você
Eu não quero mais sonhar
Eu não quero mais sofrer

Essa noite eu vi você,
Foi uma tortura irreal
Sua morte seria pouco
Pra eu voltar a ser um cara normal

O amor que existia em mim,
Não vai mais voltar
O ódio agora está presente
Dentro de mim
Meu coração já fez de tudo
Pra te perdoar
Eu me vendi por muito pouco
E agora vejo o meu fim
E agora vejo o meu fim

Meu sangue está cobrindo o espelho
E não consigo dar um fim
A esta vida maldita
Que me tornou uma pessoa ruim

Às vezes penso que já sei
Outras vezes que vou saber
Eu quero me livrar deste sofrimento
Mas não sei o que fazer

REFRÃO

Eu preciso falar,
Alguém precisa me deter
Se isso não acontecer,
Este inferno vai prevalecer

E agora eu vejo uma luz,
No meio desta escuridão
Será a luz de minha cura?
Ou minha destruição?

Agora eu vejo a destruição
Que o homem traz em seu coração
Criando muitos inimigos
Que são pura ficção

E mesmo neste coração
Onde não há esperança
Existe um ponto de luz,
Que poderá prevalecer

O amor que existia em mim,
Agora irá voltar
O ódio não está mais presente dentro de mim
A Salvação foi uma luz
Que agora eu posso enxergar
Eu me vendi por muito pouco
E agora vejo o meu fim
E agora vejo o meu fim




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A Justiça
(M. Magno, M. Beloto, D. Dias, D. Borgens, F. Moura)


I - Justiça...


E justiça seja feita...
Mas que justiça é essa?
Sempre correndo com pressa
Deixando muitos para trás

A justiça é imparcial,
Igualitária e séria
Sempre sabe o que é real
Será que é isso mesmo que ela faz?

Eu vejo as pessoas sofrendo à toa
Colhendo o que não plantaram
Mas logo receberão a justiça
Se por ela eles pagaram

Somente espero um julgamento melhor
Por uma justiça maior
Será que nossa justiça não pode ver?
Tenho certeza que sim

Só queria que a justiça não fosse cega
Pra poder enxergar
Toda injustiça e mal que há no mundo
E justamente poder julgar

Nossa legislação
Tão belamente escrita
Nossa igualdade
Maravilhosamente falada
Nossa polícia,
Símbolo de nossa proteção, estupidamente despreparada

Nossa Nação
Corajosa e desalmada
Nossa Pátria
Amada e odiada

PRÉ-REFRÃO

REFRÃO



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II - A Balança

Como pode haver tamanho abismo
Entre os dois lados de nossa nação?
Nós aqui embaixo, lutando e suando
Calejando nossas mãos!

Os que nos empurraram
Nesse buraco negro
Escravos da burguesia
Manipulando seus medos

Sua cor, idade, dinheiro e credo
Tudo pode mudar
A maneira como a lei está escrita
E a lente pela qual a justiça vai te olhar

Um dia espero ver um mundo melhor
Com uma dignidade maior
Será que nossos filhos poderão ver?
Tenho certeza que sim

Gostaria de encontrar as portas abertas
Pra poder te mostrar
Como eu faria pra mudar o mundo
E essa balança equilibrar

Não importa o quanto mude as leis
Pois parece que não se pode mudar
O ser humano mesquinho e cruel
Sempre a nos comandar

Mas não pode chover todo tempo...



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IV - Em todos nós

Não podemos esperar
Pelos nossos governantes
Chorar não vai adiantar
Por aquilo que está ao nosso alcance

Falando de tudo e todos nós
Num mundo cheio de erros
E as falhas alheias sempre escondem
A imagem no espelho

Sonhando com o horizonte eu vejo um mundo melhor
Eu sei que ele virá
Mas estou devolta a realidade e
Será que saberemos o que fazer até este dia chegar?

(A mão que afaga também apedreja
Mas qual escolha será feita?)

Basta ouvir seu coração
E estender a sua mão
Mas se outro caminho escolher
Saberás o que fazer?



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O Caminho
(M. Beloto, D. Dias, D. Borgens, M. Magno, F. Moura)

Sinto falta dos momentos em que lutamos juntos
Por causas que se dispuseram nobres
Durante todo aquele tempo
Suas atitudes te transformavam

Mas os dias e as horas passaram...
E agora sinto que você não é mais o mesmo

Homem que aprendeu a lutar para não morrer
Homem que aprendeu a chorar sem se esconder
Homem que respeitava os seus ideais
Um ser humano sincero e leal

Entre muitas dificuldades você passou
Sempre venceu e não se abalou
Quando a maldade chegava ao seu redor
Sua coragem a afastava

Mas os dias e as horas passaram...
E agora vejo que você não é mais o mesmo

REFRÃO

Mas algo acontece com seu coração
Não posso entender a causa ou razão
Nem dá pra imaginar...
(O que aconteceu)
Estamos lutando pra não acreditar
Que isso é só sonho ou é ilusão
Pois há muitos que crêem em sua missão



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Senhores do nada
(M. Beloto, D. Dias, D. Borgens, M. Magno, F. Moura)

Somos todos filhos da guerra
E vivemos trancados em selas
Por governantes medíocres que só fazem todos sofrer
E não vejo saída pra nós
Só mesmo escutar uma voz
Que vai me dizer lá no fundo do poço o que é viver

Governantes cretinos dispersando afagos
Sangue de vampiro um pouco mais amargo
É uma velharia a apodrecer
Que ainda tentam nos convencer
Que são solução para o nosso futuro
Mas o que eles fazem é pular o muro
Com suas promessas de Lúcifer

Mas pra eles nós somos lixo
Nos tratam pior do que bicho
E nunca tem nada de bom pra nos oferecer
Estão em jornais e revistas
Sempre no meio dos artistas
E se sentem o maior com todo esse poder
Mas eles querem uma coisa de nós
E não é ouvir nossa voz
Querem nosso voto para conseguir vencer

REFRÃO

Embaixo da terra somos todos iguais
Nos só queremos é viver em paz
E levar uma vida digna de um cidadão
Que paga impostos do ar que respira
Que vê na policia uma grande anarquia
Mas que tem em si próprio as armas pra sobreviver

REFRÃO


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